“...nunca mais entrarei num elevador sem medo. Obrigado pela oportunidade de ter lido Antes que eu Morra antes que eu morra.”

Jô Soares

"Seja no divã ou na poltrona, prepare-se para uma narrativa veloz, rítmica, arrebatadora. Com texto erguido a cinzel, Luis Erlanger usa o método jornalístico de apuração, a serviço da ficção mais fidedignamente delirante...”

Pedro Bial
Sobre o livro

Qual será o seu papel, leitor? Serão seus os ouvidos do psicanalista Bernardo Genuss, testemunha auditiva da história? Ou vai se reconhecer no retrato do herói inominado que precisa contar a vida, antes que morra? Seja no divã ou na poltrona, prepare-se para uma narrativa veloz, rítmica, arrebatadora. Com texto erguido a cinzel, Luis Erlanger usa o método jornalístico de apuração a serviço da ficção mais fidedignamente delirante, obedecendo a um dos inúmeros "colaboradores" dessa obra, Mark Twain: "Primeiro, informe-se muito bem dos fatos, para, depois, poder distorcê-los o quanto quiser". Ou, nas palavras de Arthur Schopenhauer, "um homem pode fazer o que quer, mas não escolher o que ele quer".

Pedro Bial

Sobre o autor

Luis Erlanger nasceu em 1955, no Rio de Janeiro, e tem seis filhos. Começou como jornalista no Globo em 1974, com passagens pelas editorias de Cidade, Polícia, Esporte, Cultura e Política. Depois, em Brasília, foi encarregado da cobertura de fatos relevantes no processo de redemocratização no Brasil – eleições, a morte do presidente Tancredo Neves, o dia a dia do Palácio do Planalto, a Constituição de 88, o impeachment do presidente Collor e planos econômicos que mudaram o país. Após quatro anos como editor-chefe do jornal, em 1995, foi para a TV Globo, como diretor editorial de Jornalismo. Em 2000, assumiu a direção de Comunicação da TV. Hoje é diretor de Análise e Controle de Qualidade da Programação. Antes que eu morra é sua primeira incursão em ficção.

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